SEMANA DE MUITO TRABALHO

20 02 2016

Ufa, chegamos ao final de mais uma semana com muito trabalho à frente do programa “Na Mira: Informação Verdade”. E tem sido maravilhoso o retorno do público e fidelidade dele para nossa atração, que acabou, de certa forma, obrigando a Record de Santos a enviar o sinal com mais qualidade para a cidade e para o serviço de TV a cabo.

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Toda sexta temos o “Na Mira do sucesso”, com músicos locais que deixam a sexta mais leve.

Com isso também mexemos nossos “pauzinhos” para ampliarmos a nossa audiência e fidelizar o público. Thiago Gardinali, nosso repórter especialista no “bizarro da vida real”, tem trazido reportagens especiais toda semana, enquanto eu e Cauê Machado temos trabalhado incansavelmente nas ruas para trazer as demandas do cidadão para o debate público através de reportagens de prestação de serviço, que é nossa marca registrada há mais de sete anos.

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Reportagens especiais com o experiente jornalista Thiago Gardinali deixaram o público grudado na TV.

Além de toda essa verdadeira linha de produção, ampliamos os horários de exibição e efetuamos algumas mudanças. O programa inédito entra de segunda a sexta a partir das 19 horas, logo às 23 horas mais uma reprise, e para quem gosta de assistir na madrugada, 1 da manhã tem mais. Já os horários matinais e no início da tarde, continuam os mesmos (com reprise), às 7 da manhã e às 13 horas.

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Para efeito de comparação com a TV co-irmã local, produzimos nesse mês de fevereiro, 16 programas diários, e o mês ainda não terminou, se a TV local “concorrente” conseguisse dar uma sequência a algum programa da grade, entenda-se, se os programas semanais deles realmente saíssem toda semana, o que às vezes não acontece, só nesse mês de fevereiro, eles teriam que trabalhar 4 meses para ter o número de edição que tivemos nesse mês corrente.

Aqui é trabalho, aqui é “pau na lomba”.

 

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ELEIÇÕES PERUÍBE 2016: ONIRA DEVE SAIR DO PT

23 06 2015

“Forte nome para a disputa de 2016, a ex-vereadora busca reformular sua imagem em novo partido”.

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Onira está descontente com o rumo atual do partido.

Outra petista histórica deve seguir os passos de Marta Suplicy e mudar de partido, dessa vez em Peruíbe, estou falando da ex-vereadora Onira, que disputou a última eleição para a Prefeitura e teve expressiva votação, tanto que alguns especialistas dizem que se a campanha tivesse mais uma semana, ela seria Prefeita.

Sem clima no partido dos trabalhadores local, desde que o vereador Ricardo Côrrea começou a legislatura e a influenciar as decisões partidárias, Onira projetando mais um vôo solo, parece não estar disposta a se desgastar em disputas internas, segundo uma fonte segura, a ordem é “viabilizar a pré-candidatura e focar na construção de grupo e eventuais alianças”.

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O atual Vereador petista é uma pedra no sapato.

Não é de hoje que o embate entre Onira e Ricardo vem rachando o PT/PERUÍBE internamente. Onira sempre defendeu uma postura oposicionista do vereador Ricardo e da cúpula partidária, enquanto o mesmo sempre preferiu ficar na base do governo Ana e desdenhar dos oposicionistas, segundo às más línguas, o vereador considera impossível uma aliança com Zeca, Luiz Maurício e André de Paula, preferindo assim a base do governo petebista.

Com isso, o desgaste interno foi levado a conhecimento de todos, através de algumas notas oficiais, tanto do lado da ex-vereadora, quanto do lado do vereador, criando um clima insustentável para a viabilização de um grupo unido e coeso para a vindoura disputa do próximo ano.

Onira seguindo esse caminho, deve manter a postura que até então estava um tanto quanto discreta: a oposição ao grupo Preto e ter mais tranquilidade para trilhar um caminho em outro partido, enquanto o PT sinaliza viabilizar o nome de outro candidato, até mesmo o de Ricardo ou manter-se com o grupo Preto para o próximo pleito, mas uma coisa é dada como certa, o PT com a saída de Onira dificilmente fará parte do chamado “blocão oposicionista”, formado por Dr. Luiz Maurício, André de Paula e Zeca da Firenze, todos pré-candidatos a Prefeitura, já a ex-vereadora, contando com um considerável recall de 11 mil votos da última eleição, não deve descartar uma eventual junção.





ELEIÇÕES PERUÍBE: O CENÁRIO PARA 2016

22 06 2015
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Já está em treze o número de pré candidatos para o pleito eleitoral de 2016 para o cargo de chefe do executivo de Peruíbe e o debate ganha tons mais duros conforme avança o tempo.

Se o prazo para se filiar e estar hábil para a disputa do ano que vem finda-se em Outubro, segundo a legislação eleitoral, ou para ser mais preciso: fim de setembro, a correria para estar no time que deve conduzir Peruíbe a ventos melhores, está a todo vapor. No momento, parece ser consenso entre os partidos que novos e bons nomes para compor as chapas para a disputa do legislativo devem ser priorizados, a baixa qualidade das duas últimas câmaras e o desejo de renovação da população, criam essa perspectiva nos dirigentes partidários, mas os caciques sabem que abrir mão dos medalhões é um risco e ousar e correr riscos em prol de uma cidade melhor não é o forte desses camaradas.

Temos que convir, se por um lado o povo quer renovar a câmara, por outro lado os supostos “novos” nomes são quase todos veteranos da “velha” política, ex-diretores e derrotados nas outras eleições, com vínculos com políticos “escolados”, acabam sendo opções pouco ou nada convincentes e isso pode reduzir drásticamente a esperada revolução no legislativo.

Portanto a esperança parece que ficará para o próximo chefe do executivo, o que parece ser também um problema a nível de quadros que empolguem de fato a população. Isso por que, excetuando um nome que se propõe a soar como novo, mas a forma que vem se articulando me parece muito com o modus operandi de outros pré candidatos, no caso o pouco (ou nada) conhecido Barros (PRB),  empresário dono do bar Altas Horas, todos os outros nomes tem uma vivência considerável na política local, são eles: Ana Preto (PTB), Alex Matos (PSB), André de Paula (PMDB), Carlos Rúbia (PSD), DR.Valdez (PTdoB), DR. Luiz Maurício (PSDB), EMER (PSDC), Mario Omuro, Milena Bargieri (PSB), Nelsinho do Posto (PR), Onira, Zeca da Firenze (PV) e o empresário citado logo acima, a lista é longa e demonstra que pelo menos para o executivo, algum veterano, mesmo que não tenha empunhado a principal caneta do município, é que deve sentar na cadeira em 2017.

OS DESAFIOS:

Independente de quem assuma a gestão do município em 2017, terá fortes desafios e possívelmente sofrerá (e muito) nos dois primeiros anos de mandato, isso deve acontecer devido o estado atual do município o qual nos permite fazer uma projeção futura, que deve ser muito próxima da realidade.

Dívidas astrônomicas, muitas delas feitas sem planejamento algum na atual gestão. Serviços importantes e estratégicos como transporte público, lixo e outros, todos terceirizados sem critérios e responsabilidade com o orçamento público e uma saúde trágica, devem tirar o sono das equipes de campanha, que precisam apresentar a população um projeto sério e eficiente, não bastará dizer que vai fazer, o povo quer saber “como fazer”?

A próxima eleição tem uma importância fundamental para o futuro de nosso município, que hoje cresce em um ritmo assustadoramente lento e observa com olhos “invejosos” a vizinha Itanhaém crescer e encarar suas dificuldades com seriedade e projetos de interesses públicos. As únicas coisas que crescem em nossa cidade são a violência, furtos, roubos, baixa auto-estima do cidadão e dos empregadores, desemprego, mortes por falta de saúde pública, desesperança e revolta.

2016 está aí e o debate precisa ser maduro e coerente com as ânsias do cidadão peruibense, que não aguenta mais sofrer.

#ÉpauNaLomba





Curta metragem

17 06 2015

Retirei a poeira do texto e ressucitei a minha produtora “Charles Universo Filmes” para produzir o primeiro curta metragem de uma trilogia que filmaremos nos próximos anos.

Minha paixão pelo cinema estava um tanto quanto adormecida devido meus projetos ligados a TV, que toma grande parte do meu tempo e claro, paga minhas contas, o roteiro do curta metragem “Ocasião” tem como base o ditado popular: “A ocasião faz o ladrão” e dentro desse contexto, o roteiro que escrevi há oito anos busca discutir os instintos animalescos, a violência cotidiana e a corrupção do dia a dia que reflete em uma sociedade que transborda sangue e violência.

O filme está em pré produção e o roteiro está pronto para trabalhar. É intenso, brutal e contundente e acumularei a direção do filme, além de ter pessoas talentosas em posições estratégicas no curta.

Mais informações: cristencharles@gmail.com





VERBAS PÚBLICAS E AS GRANDES MÍDIAS

29 10 2014

O PT saiu desse embate eleitoral de 2014, e agora deve repensar a regulação da mídia em nosso País e desde já a distribuição de verbas publicitárias para as grandes mídias, entenda-se: VERBAS PÚBLICAS VINDAS DA SECRETARIA DE COMUNICAÇÃO para os grandes veículos de comunicação.

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Independente de paixões partidárias é evidente que o PT teve como adversários, não apenas o PSDB, o PSB e por ai vai, foi também um desafio hercúleo enfrentar as grandes corporações midiáticas que andaram lado a lado com a oposição, embora abocanhem uma fatia considerável de dinheiro público vindo de propaganda institucional do Governo.

O PT criou um ninho de cobras milionárias para lhe picar e acabaram picando. A “Veja”, em sua edição semanal fez um verdadeiro golpe eleitoral, a “Isto É” teve a pachorra de achincalhar as pesquisas eleitorais com resultados fantasiosos, e tudo aos olhos complacentes de seus principais financiadores: O GOVERNO DO PT.

Enquanto isso, a mídia local (Canais de Televisão Comunitários e Rádios Comunitárias) vinha sendo sufocada tanto pela falta de apoio do GOVERNO PETISTA, quanto pelas grandes mídias, que fizeram e fazem lobby’s, para não permitir, por exemplo, que o canal de televisão comunitário seja aberto – hoje o canal só pode ser acessado por quem assina um serviço de TV pago, um verdadeiro contrassenso, diga-se de passagem.

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A covardia do PT nesses 12 anos de Governo em não peitar as grandes Majors, que comandam a comunicação de massa no País, não ajudou em nada na democratização do acesso à comunicação e na formação do pensamento da população, população essa muitas vezes guiada por Jornal Nacional, Veja, IstoÉ e por ai vai.

A comunicação, a informação de qualidade, a discussão da sociedade e da comunidade em meios de comunicação, deveria ser aberta para a participação da sociedade. Será que o problema de buraco na rua de minha casa interessa ao Jornal Nacional? E nem por isso deixa de ser um problema de interesse público, pelo menos para uma determinada comunidade.

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Na era da internet, o atual formato da televisão brasileira está ultrapassado, a população quer “se ver”, gritar, formar uma linha de pensamento, e a rede social acabou virando palco para isso, tirando (e muito) a audiência da televisão. Mas a população acaba de sair da prisão “global” (entenda-se Rede Globo e semelhantes) e começa a fomentar um pensamento, mas a questão é que a sociedade ainda está muito ligada e atrelada aos princípios “globais”, e isso acaba fazendo da internet um campo fértil para replicar os pensamentos das corporações de comunicação.

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QUAL O CAMINHO DA DEMOCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO?

  • Primeiramente, devemos deixar claro que qualquer canal de televisão ou rádio, é uma concessão pública. Portanto, um dos caminhos, de início, seria fazer um amplo estudo para identificar os “proprietários” e constatar a participação deles na política (digo, sobre famílias de políticos ou políticos que usam a máquina da comunicação para se promover eleitoralmente). A partir disso, endurecer a lei e exigir uma maior democratização do acesso da sociedade nas discussões dessas mídias.
  • Liberar o sinal aberto às Rádios e Canais de Televisão Comunitários, para que sejam de livre acesso à comunidade, sem ônus. É uma forma de democratizar os pontos de vista e de dar ao povo condições de discutir sua realidade em uma mídia de acesso popular. Liberar também para esses canais que atendem a comunidade verbas institucionais do Governo, pois é um dinheiro importante para a estruturação dessas mídias, tão sem apoio há anos… Detalhe: isso precisa ser pensado urgentemente.
  • Além disso, a criação de leis que regulamentem e deixem bem definido o papel da imprensa, sem reverberar no direito à liberdade de expressão, mas criando limites claros.

A mídia deve levar informação, apresentar denúncias, fazer críticas, mas com responsabilidade, sem, por exemplo, ser partidária e tomar posições políticas, algo inerente ao cidadão e às instituição que fazem o famoso “jogo” da democracia.

É Pau Na Lomba!